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Custo fixo e variável: saiba as diferenças e como administrá-los!

Bons empreendedores têm de saber quais são as diferenças entre o custo fixo e variável.

É inescapável, pois ao conhecer esses conceitos com profundidade, é possível ter um entendimento mais amplo do próprio negócio e de como gerenciar as finanças da empresa.

Como ser empreendedor é começar todo o mês com uma dívida para pagar, é muito importante que você tenha esses conceitos muito bem estabelecidos, pois assim você vai poder organizar todos os gastos da sua empresa de maneira consciente e planejada.

Entenda as diferenças entre custo fixo e variável, exemplos, como administrá-los e muito mais no texto a seguir! Boa leitura!

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Antes, entenda como os gastos são classificados

Antes de saber qual é a diferença entre custo fixo e variável, é preciso estabelecer algumas definições e classificações.

Quando nos referimos aos gastos de uma empresa, podemos estar falando de várias coisas, que vão desde a despesa mensal de um aluguel ou plano de marketing até ao custo exigido para a fabricação de um produto ou envio de mercadorias.

Entretanto, é possível classificar os gastos de uma empresa, essencialmente, usando 3 termos: custos, despesas e perdas. Entenda a diferença entre eles antes de continuarmos:

O que são custos?

Os custos são os gastos necessários para fornecer o produto ao cliente. Ou seja, pode ser a compra de mercadorias para o estoque, produção de um produto, o pagamento de funcionários, o frete, entre outros.

O que torna um gasto uma despesa?

Já as despesas são aqueles gastos que estão relacionados a questões administrativas da empresa, como o aluguel, o pagamento de impostos, os gastos com marketing, etc.

Nesse sentido, é interessante notar que existem dois tipos de despesas, as fixas (que não sofrem alterações de valor conforme o volume de vendas)  e as variáveis (que podem aumentar ou diminuir de acordo com o volume de vendas).

São  diferentes dos custos fixos e variáveis, mas logo mais falaremos deles em detalhes.

E as perdas?

Por fim, as perdas são os gastos que não foram previstos e que não oferecem nenhum tipo de retorno para a empresa.

Exemplos clássicos são defeitos em equipamentos, acidentes, produtos que venceram no estoque, produtos defeituosos que foram devolvidos, etc.

O que implica a classificação entre Fixos e Variáveis?

Agora que sabemos o que exatamente são os custos, é hora de entender a diferença entre custos fixos e variáveis.

Custos Variáveis: o que são, como calcular e exemplos

Os custos variáveis são aqueles que acontecem ocasionalmente e sem uma frequência certa. Geralmente, são custos relacionados à atividade da empresa, mas não necessariamente estão sempre vinculados a ela. 

Alguns exemplos são o pagamento de horas extras, comissões sobre número de vendas, juros pagos, multas, manutenção de equipamentos, etc.

Dessa forma, é possível calcular o custo variável de cada produto vendido, ou o custo variável por unidade.

Basta dividir o custo variável total pela quantidade de produtos vendidos e você terá o custo variável por unidade e vai poder precificar melhor os produtos da sua loja.

Custos Fixos: o que são, como calcular e exemplos

Já o custo fixo é aquele que uma empresa tem todo mês, independentemente de estar operando ou não. O fixo de “custo fixo” se refere a frequência em que esse custo incidirá.

Nesse sentido, ela pode ser semanal, mensal, semestral, anual, etc.

Exemplos desse tipo de custo são o aluguel, o salário dos funcionários (e o dinheiro que deve ser guardado para o décimo terceiro para trabalhadores CLT), energia elétrica, água, etc.

Eles podem até ser variáveis no sentido de que o valor de algum desses custos varie mensalmente, mas eles são fixos porque virão independente do que aconteça com a empresa.

Para calcular o custo fixo médio por produto da sua empresa, primeiro é preciso calcular o custo fixo total.

Depois de somar todos os custos fixos, é hora de calcular o custo médio por unidade. Para fazer isso, divida o total de custos fixos pelo número total de unidades.

Mas afinal, como classificar os custos pode ajudar meu negócio?

O principal benefício de classificar os custos entre fixos e variáveis é que isso vai te ajudar a precificar os seus produtos de forma muito mais eficiente e inteligente.

Sabendo os custos fixos e variáveis por unidade dos produtos que você vende, vai ficar mais fácil oferecer descontos em períodos de promoções, como a Black Friday, por exemplo.

Assim, você ganha vantagem competitiva dentro do mercado, uma vez que vai poder controlar esses gastos e oferecer descontos mais vantajosos que a concorrência, ganhar reputação no mercado e prospectar clientes.

Além disso, estabelecer bem os custos fixos e variáveis da empresa te ajuda no controle e administração do processo de planejamento e tomada de decisões.

Como incluir custo fixo no preço de venda?

Na hora de precificar os seus produtos, você precisa apurar todos custos fixos e descobrir o custo fixo por unidade que vimos anteriormente.

A partir disso, você deve fazer o cálculo assim: total anual de despesas fixas dividido pelo total anual de vendas vezes 100.

Essa conta indica o percentual que as despesas fixas representam nas vendas. Aí é só adicionar esse valor sobre o preço que será cobrado e você consegue cobrir esses custos e ter uma precisão mais exata da sua margem de lucro.

Conclusão

Como vimos, os custos fixos e variáveis são uma ferramenta muito importante tanto para a administração e processos de tomada de decisão da sua empresa quanto na hora de precificar os seus produtos no mercado.

O custo fixo representa aqueles custos que são frequentes independentemente do funcionamento da empresa, como o aluguel, contas de água e luz, o salário dos funcionários considerando-se o valor a ser guardado para o décimo terceiro, etc.

Já o custo variável é aquele que acontece ocasionalmente, sem uma frequência certa, como hora extra, juros, comissões por vendas, manutenção de equipamentos, etc.

Sabendo o custo fixo e o custo variável por unidade, é possível precificar melhor os seus produtos e, em temporadas de desconto, como a Black Friday, oferecer descontos maiores que o concorrente sem que isso impacte diretamente no seu faturamento.

Portanto, se você quer colocar as contas da sua empresa em dia a ponto de poder aproveitar as oportunidades de faturar com mais segurança, não deixe de aplicar todos os conceitos que aprendemos hoje na prática.

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Diogo Inoue

Head of Sales

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